Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) / Terapia de Células-Tronco

Encontre o melhor tratamento de células-tronco para Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)
Global Stem Cells - Amyotrophic Lateral Sclerosis (ALS)

A Unique Access fornece acesso a um extenso protocolo de tratamento para Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) que utiliza alta quantidade de células-tronco, extensiva reabilitação e muitas terapias de suporte e suplementos. Esta combinação eficaz das mais avançadas tecnologias médicas com medicina funcional tem ajudado pacientes a alcançar melhorias significativas.

Por que as Células-Tronco funcionam para Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)?

A terapia com Células-Tronco é considerada um método alternativo para o tratamento da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e outros distúrbios neurodegenerativos. Transplante de células tronco é uma estratégia terapêutica potencial não apenas através de substituição de células, mas também por uma modificação do ambiente extracelular de neurônios motores, através de um efeito trófico e neuroprotetor. Uma variedade de fontes de células têm sido considerados para terapia celular.

Mecanismos

Células-tronco mesenquimais (CTMs) são células-tronco multipotentes muito atrativas para terapia celular de ELA devido a sua grande plasticidade e sua capacidade de proporcionar ao tecido hospedeiro com fatores de crescimento e de modular o sistema imunológico do hospedeiro. O transplante de células-tronco mesenquimais (CTM) aumenta a sobrevivência de neurônios e impede gliose, já que a microglia e os astrócitos são ambos o alvo e causa da neuroinflamação, as células-tronco mesenquimais (CTMs) podem resgatar os neurônios e oligodendrócitos de apoptose através da liberação de moléculas tróficas e anti-apoptópticos, resultando na indução de um microambiente neuroprotector.

Além disso, Células Tronco Mesenquimais (CTMs) podem promover a proliferação e maturação de células precursoras neurais locais, levando a sua diferenciação em neurônios maduros e oligodendrócitos.

Melhorias

Pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) tratados com células-tronco geralmente observam melhorias nas seguintes áreas:

  • Função Motora
  • Equilíbrio
  • Coordenação
  • Dor Neuropática
  • Fadiga
  • Tremores
  • Fala
  • Deglutição
  • Diminuição da progressão da doença e mais

Nossa Promessa

Acreditamos que sempre há uma esperança real e que os pacientes merecem ter acesso a um tratamento eficaz e seguro. Somos independentes, com um departamento médico interno. Combinamos o serviço de hospitais internacionalmente reconhecidos com tratamentos de última geração, produtos únicos e serviços que são integradores e eficazes para assegurar que o tratamento tenha o melhor resultado possível.

Sobre as Células Tronco que utilizamos, garantimos que o paciente receba a célula tronco correta e necessária no que diz respeito a qualidade, quantidade e viabilidade. Nosso parceiro exclusivo de pesquisas garante uma viabilidade celular de 95%, sendo que muitas injeções chegam a supreendente viabilidade de 98%-99%.

Garantimos que o paciente receba os medicamentos, terapias de apoio, reabilitação, desintoxicação e programas de aumento do sistema imunológico necessários para tirar o maior proveiro das células-tronco.

  • Oxigenoterapia hiperbárica (OTH)
  • Acupuntura
  • Terapia Aquática
  • Tratamento de Fisioterapia
  • Terapia Ocupacional
  • Estimulação Magnética Transcraniana (EMT)
  • Tratamento de Oxigenação
  • Gotas de Vitamina por Injeção Intravenosa
  • Suplementos que Aumentam o Sistema Imunológico (ex. GcMAF)
  • Planos de Dieta Especializados & Consultas

O tratamento será realizado em um hospital terceirizado reconhecido internacionalmente, e não em um hotel ou uma clínica. Isto é importante para a segurança e cuidado do paciente, já que o paciente terá acesso a todos os departamentos especializados e a todos os médicos especialistas, o que aumentará a eficácia de tratamento.

Dr. Majid Serushan, foi diagnosticado há alguns anos com ELA. Depois de pesquisar ele descobriu que as células tronco poderiam ajudar a melhorar a sua condição e decidiu entrar em contato com a gente. Assista Dr. Serushan e sua esposa falarem de sua experiência com o tratamento.

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O que é a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)?

Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença fatal, neurodegenerativa causada pela perda de neurônios motores no cérebro e na medula espinhal, resultando em paralisia progressiva e, eventualmente, morte dentro de poucos anos após o diagnóstico. Manifesta-se como um declínio na função muscular que eventualmente leva à paralisia, problemas na fala e disfagia. A maioria dos pacientes morrem devido a insuficiência respiratória em consequência de pneumonia ou outras infecções respiratórias auxiliados pela fraqueza progressiva dos músculos respiratórios.

O mecanismo da morte do Neurônio Motor (NM) é pouco compreendido. Os mecanismos propostos de toxicidade do Motor Neurons (MNs) incluem danos oxidativos, a acumulação de agregados intracelulares, disfunção mitocondrial, defeitos no transporte axonal, deterioramento no suporte trófico fator de crescimento, função glial alterada, metabolismo de RNA aberrante e excitotoxicidade de glutamato. Estudos recentes têm mostrado que a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) não depende apenas de anomalias dos neurônios motores, mas que outros tipos de células participam no desenvolvimento da doença. Tem havido um grande interesse centrado nos processos inflamatórios e ativação da microglia.

O que causa a ELA e como é feito o diagnóstico?

A maioria dos casos Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) são esporádicos, isto é, eles ocorrem mesmo sem um histórico familiar e a etiologia é desconhecida. No entanto, cerca de 5-10% dos casos são hereditários. Cerca de 20% dos casos hereditários são ligados a mutações no gene da superóxido dismutase (SOD1) que está localizado no cromossoma 21.

O diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é feito através de exame físico e resultados de exames de Electromiografia/Condução Nervosa. Os estudos de ressonância magnética do cérebro e laboratoriais são realizados para excluir outras doenças.

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